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Os bancos que melhor se adaptaram já entenderam que a TI se tornou o principal negócio da empresa, pois ela atrai novos clientes (correntistas ou não), aumenta receitas e reduz custos. Se avaliarmos a potencialização da percepção da marca no mercado, quanto mais digital, mais atrativa fica para os clientes. Quanto mais inovadora, maior seu poder de atração de parceiros e negócios.

Para os bancos maiores e mais tradicionais, foi um grande desafio, pois eles carregam sistemas legados pesados, marcados por forte regulamentação do banco central, por vezes antigos e repletos de diversas atualizações específicas das fusões e aquisições nas últimas décadas.

Em um breve levantamento cheguei em 90 instituições financeiras que deixaram de existir nos últimos 20 anos, a grande maioria foi adquirida ou por meio de fusão. Isso movimentou bastante o mercado de TI por anos, mas enquanto as aquisições aconteciam com velocidade, mais os sistemas legados eram impactados com as atualizações.

Em um País onde os cinco maiores bancos concentram 80% dos ativos e cerca de 65% das transações já são realizadas por canais digitais, os últimos anos trouxeram impactos muito severos em infraestrutura, operações e backoffice.

Outro ponto importante a destacar são as fintechs. Enquanto as operações dos gigantes de varejo cresciam (e encareciam), startups nasciam com um modelo de negócio encantador, alto poder de atratividade e com baixíssimos custos operacionais. Em um determinado momento, percebeu-se que o grande podia matar o pequeno, mas não podia conter o mais rápido. Os bancos não puderam mais ignorar este ecossistema.

Nesse cenário complexo, as empresas tendem a buscar esse equilíbrio dos custos, buscando redirecionamento dos investimentos. Em recente evento da consultoria global IDC sobre o mercado TIC no Brasil, o recado foi que 2018 está sendo o ano dos investimentos em TI para redução do custo operacional e/ou melhoria de produtividade.

Integradoras com capacidade de oferecer soluções completas se diferenciam e ganham destaque nesse mercado competitivo e repleto de fintechs. Pensando nisso, a Resource IT apresentou no último CIAB (maior evento de tecnologia para bancos da América Latina) uma solução de assinatura digital.

Se o contrato já for assinado de forma digital, elimina-se parte da cadeia de armazenamento, proporcionando mais eficiência e produtividade para as instituições. Ela se baseia nos principais pilares dos clientes: segurança, alta disponibilidade, custo/benefício e respaldo jurídico.

Milhares de contratos ainda são assinados em papel, coletados por empresas especializadas para custódia dos documentos e depois digitalizados e armazenados por, pelo menos, cinco anos após sua liquidação. Se você pensar em um empréstimo imobiliário, são muitos anos de contrato armazenado, sem contar que a digitalização por scanner gera arquivos maiores e que ocupam mais megabytes de storage.

Nossa solução prevê reconhecimento por assinatura (gafometria), autenticação biométrica (impressão digital ou facial) e tokenização, mas a biometria de voz também surgiu como opção para operações de telemarketing por exemplo.

Vale ressaltar que tudo depende de um bom diagnóstico e das necessidades do cliente. Nosso papel é consultivo, portanto, apoiar e direcionar o cliente para a melhor solução como principal objetivo. Não posso deixar de acrescentar nesse pacote, um importante valor agregado: paixão. Certamente, essa soft skil, faz toda a diferença.

Com a realidade da transformação digital cada vez mais presente nas organizações, estamos vivendo um momento decisivo em gestão de pessoas, em que, cada vez mais, o fator humano (aquele que realmente ainda não pode ser automatizado) fica em evidência.

Digitalização, agilidade e melhoria de processos previstos na transformação digital provocam mudanças estruturais nas empresas, que passam a atuar de forma muito mais veloz, na maior parte das vezes adotando modelos de organização de equipes bastante distintos dos tradicionais.

Se estamos inseridos em um ambiente que está constantemente em sua “versão beta”, nós, gestores, precisamos nos adaptar rapidamente às mudanças de comportamento que ele promove (e muitas vezes incentivamos) em nossas equipes de trabalho.

Nesse cenário, mais do que estabelecer padrões de mensuração de produtividade ou acompanhamento de performance – extremamente necessários – colocar “causa” em uma determinada ação passa a ser o grande agente de transformação.  Quando revisamos estudos recentes que tratam de engajamento, fica claro que a forma como somos remunerados há muito tempo deixou de ser o principal fator de permanência nas organizações.

Escrevendo boas histórias…

Hoje, o que estimula os colaboradores a permanecerem nas organizações, dando o seu melhor a cada dia são as histórias que estão escrevendo em suas trajetórias. Todos queremos contar histórias – boas histórias. Queremos ter a oportunidade de mostrar quem somos e nos distinguir. Estamos sempre buscando desafios, descobertas e conquistas. É isso que nos permite o sentimento de autorrealização e plenitude no trabalho, quando percebemos que fazemos algo (realizar) que está conectado com o nosso interior (auto).

Assim, fazem total diferença no atual universo em que vivemos formas de gestão mais flexíveis, em que os líderes funcionam como bússolas dos seus times, comunicando constantemente qual é o propósito (“norte”) e permitindo e estimulando que cada pessoa encontre e proponha a melhor maneira de chegar até lá.

O engajamento, portanto, não está somente relacionado com “o que” fazemos, mas também com “como” fazemos. Repartir responsabilidades, acreditar que as pessoas são igualmente importantes e que as habilidades individuais são uma enorme força propulsora de resultados mais expressivos são fatores definitivos para que qualquer organização funcione melhor, evolua e retenha seus talentos.

Ao longo de minha carreira, aprendi duas lições fundamentais sobre o mundo dos negócios. Em primeiro lugar, está o fato de que não há uma fórmula mágica para ser bem-sucedido. A segunda é que, invariavelmente, o êxito nos negócios depende da combinação de ofertas atraentes, que entreguem o que os clientes realmente precisam, e atendimento personalizado, alinhado ao que os consumidores verdadeiramente querem. Ou seja, para se sobressair, é necessário entender quem está do outro lado e isso exige um exercício cotidiano de colocar-se “no lugar do outro”. É preciso ter empatia, portanto.

Em tempos de engajamento digital e descentralização das rotinas de trabalho, ser capaz de ler e se colocar na posição dos outros é uma habilidade valiosa para a gestão dos negócios, para o trabalho em equipe e, inclusive, para o desenvolvimento de novos projetos de tecnologia.

De acordo com especialistas, a capacidade de entender as outras pessoas é um dos principais ativos da inteligência emocional necessária para a construção de uma carreira sólida neste século XXI. Estudos indicam que os valores associados à empatia, autoconhecimento, motivação, autogestão e relacionamento social são responsáveis por quase 60% da performance de um profissional hoje em dia.

O ponto é que a empatia, de fato, é um poderoso elemento para integrar equipes, mostrando que todos estão no mesmo barco e têm responsabilidades e papeis diferentes. Saber os desafios e o valor de cada um nos ajuda a compreender as dificuldades e as oportunidades de melhoria, tornando a realidade muito mais colaborativa e agradável.

Do ponto de vista da produção, porém, os ganhos de se adotar uma postura atenta às necessidades dos outros também são inegáveis. Entender profundamente os desejos e demandas dos consumidores é fundamental para construir soluções realmente práticas e atraentes. Se os clientes de sua empresa sempre reclamam de um determinado problema, propor soluções para atendê-los de forma mais cuidadosa certamente ajudará sua companhia a gerar novas vendas e, acima de tudo, relacionamentos mais sólidos para o futuro.

Este princípio também vale para quem está desenvolvendo os rumos da inovação tecnológica. Pesquisas recentes mostram que 35% dos consumidores utilizam dois ou mais canais para se conectar com uma marca e, dentro desse universo, os millennials preferem ser atendidos por bots automatizados. Além dos limites das vendas, os assistentes virtuais e chatbots também já são uma realidade no ambiente de trabalho. Estudos indicam que até 2024 essas tecnologias substituirão quase 69% da carga de trabalho mundial dos profissionais em cargos de gerência.

Isso significa que todas as empresas, em qualquer segmento de atuação, precisarão adaptar-se aos relacionamentos com a Inteligência Artificial (IA), investindo em inovações tecnológicas capazes de gerar mais confiança junto aos clientes e, assim, melhores resultados. Mostrar que a nova era pode ser autônoma e ao mesmo tempo personalizada, porém, é um desafio a ser vencido diariamente e contar com soluções que considerem a empatia como um pressuposto básico certamente ajudará as organizações nessa tarefa.

Estar em um carro autônomo, por exemplo, pode causar certo estranhamento no começo, mas isso certamente será revertido com um produto inteligente, desenvolvido para atender os clientes de acordo com seus gostos e opções. A personalização é a chave dessa mudança de estágio da tecnologia. Mas isso exige que os projetos de transformação digital de hoje sejam pensados, também, para estimular a colaboração, a empatia e a valorização das pessoas.

Para isso é imprescindível praticar esses valores dentro das organizações, adotando uma estratégia centrada em pessoas, que são os principais agentes propulsores da transformação digital. No mundo corporativo, empatia significa aceitar a diversidade, estar sempre aberto a sugestões e ter disposição para tentar o novo, compreender os erros e, a partir deles, aprender novas lições. Um ambiente que acolhe a inovação certamente terá mais sucesso na hora de desenvolver e propor soluções realmente disruptivas.

Está na hora de abrir espaço para as ideias e para as diferenças que cada um de nós tem em si. Ao utilizar esse potencial, a indústria estará preparada para criar tecnologias atraentes e assertivas para atender as pessoas. A lição do futuro é entender como transformar a capacidade de ouvir as pessoas verdadeiramente e entender seus anseios para entregar o que buscam. Esse é o caminho certo e não nos resta outra opção a não ser percorrê-lo até o fim.

Você conseguiria dizer, agora, como está o caixa de sua empresa? Tem visibilidade total sobre como está o gerenciamento dos recebíveis? Se responder essas perguntas parece um grande desafio para seu negócio, saiba que isso está longe de ser exclusividade de sua organização. Afinal de contas, com as operações cada vez mais complexas, acompanhar o fluxo da área financeira das empresasse tornou uma das tarefas mais exigentes para a administração corporativa atual.

Mas será que é possível mudar esse cenário? A resposta é sim. Graças ao avanço da tecnologia, já é possível checar – de qualquer lugar e a qualquer hora – todos os principais dados da gestão financeira de uma operação, mesmo em companhias com atuação global. Hoje, os sistemas mais modernos permitem centralizar, em uma única fonte da verdade, todos os dados e recursos para a gestão de caixa, análise de faturamento, verificação de contas e acompanhamento dos demonstrativos de resultados de uma organização, independentemente de onde ela esteja.

            Os ganhos dessa inovação são muitos. Por exemplo: se sua organização ainda segue fazendo todos os controles por meio de planilhas, você deve concordar que fazer tudo manualmente leva muito tempo – e nem sempre é uma tarefa extremamente confiável, não é? É exatamente esse tipo de problema que a automação inteligente das áreas financeiras pode resolver, oferecendo mais agilidade e confiabilidade.

Essa é uma vantagem competitiva real, pois, sem dúvida, um dos desafios mais comuns na rotina das atuais equipes de gestão financeira e de pagamentos é agilizar as tomadas de decisão. Como as operações estão cada vez mais segmentadas e descentralizadas, muitas empresas acabam adotam diversos programas e processos trabalhando separadamente, o que acaba gerando uma enorme quantidade de informação isolada e sem função estratégica.

Por isso mesmo, aprimorar as ferramentas e processos deve ser encarado como uma demanda fundamental para os líderes corporativos, que devem estar atentos às constantes mudanças nos modelos de negócios. É preciso evoluir e tornar tudo mais rápido e inteligente.

Até porque, é fato que quanto mais tempo você e sua equipe gastam conferindo arquivos e registros, menos tempo sobra para identificar riscos, avaliar oportunidades e mitigar ameaças. Para companhias enxutas, como são a maioria das empresas atuais, com equipes multitarefas, deixar de investir na modernização da gestão financeira pode significar, não apenas, colocar a gestão financeira e os resultados organizacionais em constante tensão, e também perder dinheiro e resultado operacional.

Ao adotar ferramentas mais modernas, principalmente aquelas baseadas em Nuvem e com ferramentas de análise de dados, os gestores ganham o poder de avaliar os resultados e as variáveis relacionadas à administração financeira de seus negócios, até mesmo em operações mais complexas, sem perder a visibilidade geral sobre os dados da organização. Isso garante mais agilidade e assertividade ao negócio, ao mesmo tempo em que permite acelerar a identificação de estratégias mais adequadas.

Além disso, outra vantagem é que esses sistemas facilitam o trabalho de identificação e prevenção de problemas, alertando todas as áreas da companhia. Em síntese, a evolução das plataformas de gestão financeira está oferecendo uma nova realidade para os líderes que desejam ampliar o valor de suas operações por meio de novas tecnologias.

A partir de uma poderosa combinação de aplicativos inteligentes, é muito mais fácil aprimorar a geração de insights e de análise do mercado. De acordo com pesquisas da SAP, uma das maiores desenvolvedoras de sistemas de gerenciamento corporativo do mundo, as organizações que já utilizam esse tipo solução estão conquistando ganhos expressivos, incluindo a redução de até 167% no tempo de processamento de pagamento e de aproximadamente 40% na quantidade de interações manuais. Isso, ainda, sem falar da possibilidade de gerar relatórios financeiros mais completos e em tempo real, sempre que necessário.

Isso quer dizer que a transformação digital não está apenas na linha de produção ou na área de vendas. A gestão financeira também tem muito a ganhar com a inovação da nova era da tecnologia. São essas novidades que permitirão às organizações terem a flexibilidade, visibilidade e consistência que elas precisam para o futuro.

Hoje, empresas de todos os portes e segmentos estão ampliando suas oportunidades de sucesso, evitando falhas e diminuindo os riscos de gestão financeira. Tudo de forma inteligente, automatizada e com uma interface mais simples, prática e funcional. Está na hora, portanto, de observar a área de finanças como um campo estratégico de seu negócio – e isso começa, sem dúvida, com a valorização dos dados, gerando informações inteligentes à disposição de sua equipe.

Quais são os critérios que definem uma empresa de sucesso? Seja qual for sua resposta, é bem possível que você tenha citado lucro ou marca como itens fundamentais. Afinal, esses são dois pontos vitais para qualquer negócio. Mas, em tempos de transformação digital, alta concorrência e mudanças de hábitos de consumo, é possível incluir um terceiro fator: a eficiência operacional.

Em linhas gerais, podemos dizer que a eficiência operacional é a capacidade que uma empresa tem de diminuir seus custos sem comprometer a qualidade e a entrega para seus clientes. De forma prática, estamos falando em como aprimorar os processos internos em busca de opções mais econômicas e rentáveis, sem afetar o valor oferecido em cada novo negócio.

Isso não significa, porém, que as companhias devam demitir seus funcionários em busca de mão de obra mais barata nem tampouco trocar fornecedores por insumos mais em conta. Não se trata de cortar custos sem razão. Na verdade, o foco da eficiência operacional é justamente encontrar os meios certos para maximizar os resultados. Por exemplo: já parou para pensar em como funciona o processo de compras da sua empresa? Ou como é feita a gestão financeira? A resposta deve ser diferente para cada companhia, mas uma opção certamente seria adicionar a automação como um mecanismo para agilizar iniciativas e reduzir falhas.

A tecnologia, aliás, tem um papel fundamental nessa busca por eficiência operacional, principalmente por representar cada vez mais uma oportunidade prática de simplificar e otimizar o dia a dia das equipes. Ao adotar ferramentas mais inovadoras, quase sempre as organizações conseguem liberar o potencial de seus colaboradores para propor soluções e serviços que, de fato, ajudarão a operação a ser mais lucrativa e reconhecida pelos clientes no futuro.

Em minha experiência no mercado, posso afirmar que conheci diversos exemplos de empresas que conseguiram reduzir em pelo menos 30% os custos e o tempo de produção, ao utilizar tecnologias voltadas à melhora da eficiência de suas operações. Algumas marcas, inclusive, atingiram níveis ainda maiores com a transformação de suas rotinas. O que todas elas tinham em comum era o desejo de ouvir as pessoas, melhorar as ofertas para os clientes e estabelecer um plano confiável e sólido para os negócios em médio e longo prazo.

Todo esse cenário exige, entretanto, um grande período de mapeamento, análise e aprimoramento dos mínimos detalhes das companhias. Os líderes são aconselhados a investigar os fatores que, de alguma forma, impactam no andamento das ações e que geram reflexos à rentabilidade dos trabalhos. Investir em diversidade de equipe, protocolos de governança e melhoria da segurança também é bastante indicado.

Entre outras coisas, é preciso avaliar quais as ações consomem mais tempo dos colaboradores, quais são os principais focos de erros e desperdícios, em que etapas suas vendas poderiam ser melhoradas etc. Há uma enorme possibilidade aberta às companhias que buscam melhorar suas próprias ações – o que invariavelmente amplia as possibilidades de lucro e de conquista de novas vendas.

O grande ponto é, portanto, repensar todas as ações e processos de uma empresa, buscando opções práticas para aprimorar o funcionamento da organização como um todo. Bater as metas no fim do mês não é sinônimo de que aquele é o máximo a ser alcançado pela companhia. Um plano de maximização da eficiência interna não deve ser pautado em conquistas rápidas, mas sim em ganhos duradouros. O que pode ser feito melhor para gerar melhores retornos para a organização? Essa é a pergunta que precisa ser feita repetidamente pelos líderes de tecnologia e negócios.

Evidentemente, esse trabalho de aprimoramento deve ser feito de maneira contínua. A eficiência operacional precisa ser pensada em conjunto com uma estratégia sólida de inovação e transformação. Identificar para onde a companhia quer ir é o primeiro passo para saber como melhorar um processo interno e, com isso, reforçar os ganhos.

Estamos em uma era que exige das marcas a reinvenção de seus modelos de negócios. Somos desafiados pelos consumidores a fazer algo novo todos os dias. Por isso mesmo, agir apenas para alcançar os números do mês não é mais a ideia a ser perseguida. É hora de entender que as mudanças estão ocorrendo e que as empresas devem evoluir também, encontrando os caminhos mais adequados para se diferenciar diante da concorrência e dos consumidores.

Nesse cenário, a construção e a gestão de times se tornam chave, em que o papel dos gestores é vital. Para isso, eles tiveram de se transformar e se adequar às novas exigências de um mercado que muda constantemente para ficar em linha com os perfis de profissionais que hoje fazem a diferença e podem levar a empresa a altos patamares. Precisam recrutar com eficiência e garantir gestão capaz de atrair, formar e reter talentos da nova era.

Destaco a seguir cinco aspectos importantes que não podem faltar na estratégia de um bom gestor para construir e gerir bons times.

1 – COMUNICAÇÃO

A comunicação é a base do crescimento e faz parte do que motiva todos os nossos colaboradores. Sem comunicação aberta, não podemos relatar nossos valores, DNA, metas e conquistas.

É importante relatar novos fechamentos de contratos e cases de sucesso, bem como indicar treinamentos, aberturas de novos sites, necessidades de contratação e campanhas comerciais em toda a empresa. Sem esse discurso, não há engajamento.

A comunicação é relevante para estabelecer transparência, integrar todos os membros da equipe e promover a colaboração para cada objetivo único em direção ao crescimento e resultados positivos.

2 – QUALIFICAÇÃO

Nossa divisão de operação exige qualificação para que possamos oferecer continuamente produtos e serviços inovadores e essa qualificação precisa ser contínua. Deve ser acionado por meio de treinamentos, participação em eventos de mercado, networking e interação contínua com parceiros e clientes.

A tecnologia de hoje é essencial, mas pode se tornar obsoleta em um instante. Assim, o aprendizado deve ser amplo e contínuo. Essa é a única forma de criar uma empresa sustentável, garantindo sua posição no ranking e potencializando sua evolução.

A qualificação aprimora as habilidades de nossos profissionais; garante uma busca futura dedicada ao conhecimento que antecipa as ações da empresa. É necessário um compromisso com a proatividade, fortemente característico das gerações Y e Z.

3 – COLABORAÇÃO

Um provérbio africano, de autor desconhecido, diz o seguinte: “Se você quer ir rápido, vá sozinho. Se você quer ir longe, vá junto.” A era da transformação subscreve essa ideia com seus modelos de trabalho disruptivos e metodologias ágeis. Metodologias que, sob um modelo colaborativo, requerem grupos multidisciplinares formados por profissionais de diferentes idades, competências e habilidades. Assim, é possível alcançar resultados surpreendentes e inovadores.

Além disso, a integração provocada por um modelo colaborativo proporciona resultados intangíveis valiosos, como a construção de um ambiente de trabalho harmonioso, participativo e descontraído, no qual todos se sintam à vontade e prontos para contribuir. Todos ganham.

4 – PROATIVIDADE

A proatividade está intimamente relacionada com a motivação. Uma pessoa proativa é alguém que está motivado. O ambiente se torna altamente produtivo quando a equipe conta com profissionais que tomam iniciativa. Em geral, essas pessoas também são criativas e estão sempre trazendo novas ideias e compartilhando conhecimento.

A proatividade está presente de diversas formas. Por exemplo, um profissional que oferece assistência a um colega ou se oferece para colaborar em um projeto. Embora isso possa significar dedicar mais tempo e esforço, demonstra um profissional que pensa como membro da equipe, não como indivíduo.

5 – PAIXÃO

Paixão não está relacionada com qualificação. Às vezes, pessoas altamente qualificadas são apáticas em seus deveres e são eclipsadas pelos movidos pela paixão. São essas pessoas que crescem na carreira e atingem patamares inimagináveis.

Imagine, por exemplo, uma equipe comercial sem paixão pelo que faz. Como eles se comportariam diante do cliente ao oferecer uma tecnologia ou um produto? Certamente, isso não promoveria qualquer credibilidade. Não chamaria a atenção do cliente e não o motivaria a adotar a solução proposta.

A paixão é necessária em tudo o que fazemos e se manifesta por meio de nossas ações e nossa dedicação. Este é o combustível para o sucesso.